Memorável...

A Holanda, a mítica laranja mecânica, pela qualidade futebolística, sempre, demonstrada merece, indiscutivelmente, a final do Mundial...
A vitória nos quartos de final perante o Brasil e a solidez patenteada ao longo do torneio justificam o êxito...
Ademais, a recuperação de Arjen Robben a que se junta a consagração de Sneijder, que já é o melhor marcador do Mundial, ajudam a entender o sucesso da equipa laranja.
Porém, e hoje comprovou-se isso, é muito mais... é a omnipresença de Van Bommel, o grande trinco desta competição capaz de catapultar sozinho uma equipa para a frente, é a transformação de Kuyt num extremo de nível Mundial, é uma defesa sólida...
Hoje, numa meia final, digna de entrar no galarim dos melhores jogos alguma vez disputados num Mundial, a laranja colocou em prática todos esses argumentos e venceu o Uruguai por três bolas a duas...
Se de um lado existiram todas as virtudes supra enunciadas, do outro vislumbrou-se um Uruguai que demonstrou ser uma verdadeiro prontuário de aplicação, garra e vontade...
Aliado a isso, a capacidade de amarrar durante grande parte do jogo, as principais pedras holandesas tornou o jogo dividido...surpreendentemente dividido, atendendo ao favoritismo teórico que todos os analistas atribuíam aos europeus!
Hoje, numa meia final, digna de entrar no galarim dos melhores jogos alguma vez disputados num Mundial, a laranja colocou em prática todos esses argumentos e venceu o Uruguai por três bolas a duas...
Se de um lado existiram todas as virtudes supra enunciadas, do outro vislumbrou-se um Uruguai que demonstrou ser uma verdadeiro prontuário de aplicação, garra e vontade...
Aliado a isso, a capacidade de amarrar durante grande parte do jogo, as principais pedras holandesas tornou o jogo dividido...surpreendentemente dividido, atendendo ao favoritismo teórico que todos os analistas atribuíam aos europeus!
E mesmo quando os homens de laranja pareciam, inapelavelmente, arrancar rumo à vitória, vinha um assomo de orgulho... um lampejo que demonstrava estarmos perante descendentes de El Gran Capitán e que a derrota jamais seria uma mera formalidade!
Foi assim após o golo de Van Bronckhorst, quando Forlán empatou... voltou a ser após os golos de Sneijder e Robben, quando Maxi a dois minutos do fim devolveu a esperança aos celestes... e nessa pequena fracção do jogo, até o impossível pareceu não existir quando Loco Abreu, o homem que resolveu homenagear Panenka, quase alvejava as redes do inseguro Stekelenburg...
No final, venceria a Holanda... justamente ou não dependerá da opinião de cada um, mas este Uruguai com a sua inatacável atitude deve ter entrado no coração de qualquer adepto de futebol...


0 comentários:
Enviar um comentário